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Especialista apresenta alternativas para repor vitamina D durante isolamento social

O consumo de certos alimentos ajuda a equilibrar as taxas diárias do hormônio no organismo; veja quais.

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Foto: Reprodução

Antes da pandemia do novo coronavírus, a preocupação era não ir à praia no sol do meio-dia. Atualmente, porém, profissionais da área de saúde vêm alertando a população sobre as consequências da falta de exposição solar. Devido ao isolamento social e às restrições das praias no estado da Bahia, efeitos colaterais vêm surgindo, a exemplo da queda dos níveis de vitamina D.

É o que aponta o especialista em biomedicina estética, Vinicius Said Lima: “Ao contrário do que o seu nome diz e muitas pessoas acreditam, a vitamina D não é uma vitamina, e sim um hormônio. Essencial para o corpo humano, esse hormônio controla cerca de 270 genes, inclusive células do sistema cardiovascular. A principal fonte de produção da vitamina D se dá por meio da exposição solar, pois os raios ultravioletas do tipo B (UVB) são capazes de ativar a síntese dessa substância. A carência desse hormônio vem acarretando diversos problemas de saúde, justamente pela falta da luz solar”, explica.

Listando as consequências da insuficiência do hormônio, ele também destaca o aumento do risco de problemas cardíacos, osteoporose, câncer, resfriados (gripe) e doenças autoimunes como esclerose múltipla e diabetes tipo 1. Ainda segundo o biomédico, a privação da vitamina D também aumenta o risco de aborto e favorece a pré-eclâmpsia em mulheres grávidas.

Para suprir a insuficiência do hormônio no corpo e equilibrar as taxas diárias, o profissional orienta o consumo de alimentos como ovos, leite, fígado de boi, iogurte, sardinha, atum e óleo de fígado de bacalhau. Além da alimentação correta, cerca de 15 a 20 minutos de sol ao dia, mesmo dentro de casa, expondo braços e pernas, garante uma boa absorção de vitamina D.

“A dieta recomendada para a vitamina D em adultos e gestantes (população geral e de risco) é de 600 a 2000 UI/dia, contudo, em caso de carência, é possível fazer uma suplementação, sendo necessário o acompanhamento médico. Se possível, faça um acompanhamento nutricional, solicitando os exames para avaliar os níveis séricos e ajustar a dose a ser administrada.”, conclui.

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