IPCA-15 chega a 1,06 na RMS; índice é o segundo maior do país

De acordo com pesquisa divulgada nesta quinta-feira (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) da Região Metropolitana de Salvador de abril foi de 1,06%. O índice funciona como uma prévia da inflação oficial do mês.

Dentre as 11 áreas investigadas pelo, o IPCA-15 da RMS foi o segundo maior do país e também a maior prévia da inflação para um mês de abril da série histórica disponível para os índices regionais do IPCA-15 (desde 2012).

Com o resultado de abril, o IPCA-15 da Região Metropolitana de Salvador acumula alta de 2,27% no ano de 2019, também acima da média nacional (1,91%) e o terceiro indicador mais elevado entre as áreas pesquisadas.

Dos nove grupos de produtos e serviços que formam o IPCA-15, seis tiveram altas em abril na Região Metropolitana de Salvador. Os maiores aumentos ocorreram em Alimentação e bebidas (1,92%), Vestuário (1,42%) e Saúde e Cuidados Pessoais (1,36%).

Entretanto, por uma combinação de aumento médio dos preços e peso nas despesas das famílias na RMS, as principais pressões de alta na prévia da inflação de abril vieram dos alimentos e dos Transportes, que aumentaram 1,06%.

Dentre os gastos com alimentação, os que mais pressionaram o IPCA-15 para cima na foram os alimentos consumidos em casa. A alimentação no próprio domicílio aumentou 2,64%, puxada por itens como o tomate (30,46%), a farinha de mandioca (10,06%) e a carne-seca e de sol (6,35%).

Já nas despesas com transportes, o aumento dos ônibus urbanos (3,20%) foi a principal pressão de alta no IPCA-15 de abril, o que reflete o reajuste de preços anunciado no fim de março, em Salvador. A gasolina (1,74%) também se manteve como um dos itens que mais puxaram a prévia da inflação para cima na.

Dentre os grupos de produtos e serviços que tiveram deflação e ajudaram a conter a prévia da inflação de abril na RMS, os destaques foram para Artigos de residência (-0,06%), puxados pela queda em muitos itens de mobiliário (-0,67%), e Comunicação (-0,07%), com influência maior do telefone fixo (-0,29%).

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