Apesar de o secretário da Secretaria Municipal de Promoção Social e Combate à Pobreza (SEMPS), Léo Prates, ter disponibilizado a Escola Santa Terezinha, localizada na Avenida Centenário, como local onde os catadores de materiais recicláveis poderiam fazer suas refeições e higiene pessoal com dignidade, o Conselho Tutelar que ocupa temporariamente o local, não aceitou dividir o espaço.
Equipes de defensores públicos em atividade itinerante do Plantão de Carnaval vêm flagrando a situação degradante em que se encontram os catadores. Em nota, a Defensoria Pública do Estado da Bahia (DPE-BA), afirma que “no circuito Barra-Ondina, não há local adequado e disponível para os catadores realizarem suas refeições e higienização pessoal de forma adequada e com dignidade”.
Após reunião com o secretário, a DPE/BA, por meio do coordenador da área não penal, Gil Braga, da coordenadora da Infância e Juventude, Gisele Aguiar, e da defensora pública Fabiana Miranda, autora do Processo para Apuração de Dano Coletivo – PADAC sobre a situação dos catadores, conversaram com os conselheiros tutelares, que a princípio aceitaram a divisão, mas depois rejeitaram a proposta.





