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“Vai ser resultado do meu trabalho, e tenho certeza que os baianos vão me reconduzir à Casa”, crava Júnior Muniz

O petista está no seu primeiro mandato na Alba e afirma ser uma voz de Camaçari na Casa.

Camila São José

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“Vai ser resultado do meu trabalho, e tenho certeza que os baianos vão me reconduzir à Casa”, crava Júnior Muniz
Foto: Patrick Abreu/Destaque1

Deputado estadual de primeiro mandato, Júnior Muniz (PT) entra na corrida eleitoral deste ano em busca da reeleição na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba). Nesta conversa com o Destaque1, o petista fala sobre a sua atuação na Casa, mudanças, propostas eleitorais, e analisa o cenário político estadual e federal.

Advogado de formação, ele é natural de Jacobina, criado em Umburanas, já foi superintendente da União dos Municípios da Bahia (UPB), suplente de vereador de Salvador, assessor parlamentar na Câmara dos Deputados, assessor especial da Prefeitura de Camaçari (2008-2011) na gestão de Luiz Carlos Caetano e presidente estadual do extinto Partido Humanista da Solidariedade (PHS). Na Assembleia, ocupa o posto de primeiro-secretário da mesa diretora, alcançando a marca inédita de ser o primeiro deputado estadual em início de mandato a assumir a função.

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A fim de ser um dos representantes de Camaçari na Alba, Muniz chegou ao município por meio da relação com Caetano, antes mesmo de ocupar um cargo eletivo, e desde a primeira eleição disputada conta com o seu apoio. Em 2022, o deputado estadual fará, inclusive, dobradinha com a esposa do ex-prefeito de Camaçari, a candidata a deputada federal Ivoneide Caetano (PT).

De olho no início da campanha eleitoral, em 16 de agosto, Júnior Muniz aposta na recondução à Alba e na vitória em primeiro turno de Jerônimo Rodrigues (PT) ao Governo da Bahia e de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à Presidência da República.

Destaque1 – O senhor está no seu primeiro mandato na Assembleia Legislativa da Bahia. Que análise faz destes quatro anos do seu mandato e por que acredita que deve ser reconduzido à Casa?

Assista:

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D1 – E o que seria essa plataforma diferenciada à qual se refere?

Júnior Muniz – Buscando a parceria do Governo do Estado, através do governador Rui Costa, com os municípios através de obras. Obras da Conder, da Secretaria de Infraestrutura, Secretaria de Saúde, Secretaria de Educação, SDE [Secretaria do Desenvolvimento Econômico]. Nós conseguimos, através do nosso mandato, colocar o nosso gabinete à disposição para que essas obras pudessem chegar de fato aos municípios, e hoje acredito que esse trabalho chegando aos municípios, chegando aos munícipes, foi o que nos garante hoje uma tranquilidade de trabalhar, de continuar trabalhando pelo povo baiano nos próximos quatro anos.

D1 – O senhor é natural de Jacobina, foi suplente de vereador de Salvador e chegou a Camaçari por conta da relação com Luiz Caetano. O que o qualifica para também ser um representante do município na Alba?

Assista:

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D1 – E o que dessa relação com Caetano, da experiência política dele, trouxe para a Alba? De que forma acredita que soma no desempenho do seu mandato?

JM – Muita coisa. Eu acho que Caetano é um grande político da Bahia. Caetano foi injustiçado por alguns momentos, mas é um grande político da Bahia. E o que me traz muito para próximo de Caetano é o trato dele de cuidar das pessoas. Caetano não pensa duas vezes em ajudar o próximo, ele é um cara que a casa dele é cheia, pode chegar qualquer um lá que a casa de Caetano é lotada. O sítio onde ele mora com Ivoneide é gente tomando café, almoço… Então, Caetano tem esse trato fácil com o povo, de cuidar das pessoas, e isso me faz estar muito próximo dele. Nós temos essa identidade, essa característica muito próxima de não ter barreira com o povo, não ter barreira com ninguém. Isso tem me ajudado muito no mandato de deputado.

D1 – E em relação a Camaçari, quais são as demandas mais urgentes que precisam ser pautadas nesta campanha?

JM – Nós temos tratado Camaçari de uma forma diferenciada de outros municípios, apesar de não ter a gestão municipal, o prefeito, mas junto ao Governo do Estado. Em Camaçari, nós conseguimos solicitar do Governo do Estado diversas escolas, inclusive a escola de Barra do Pojuca, de Monte Gordo, Arembepe, agora a nova de Abrantes, que foi licitada mais a nova lá de Camaçari [no bairro da Gleba C], e várias outras coisas. E a Maternidade, que é o grande sonho do povo de Camaçari, que é o grande sonho das mães de Camaçari. Então, a Maternidade é um grande salto na vida das mães de Camaçari, isso é uma gestão do Governo do Estado, que mostra que o Governo do Estado está trazendo obra para Camaçari. Isso foi o nosso mandato que ajudou, que lutou, que buscou junto ao Governo do Estado também para poder chegar mais próximo do povo de Camaçari.

D1 – Logo após o fechamento da fábrica da Ford em Camaçari, o senhor chegou a apresentar uma indicação ao governador Rui Costa em que solicitava uma intervenção política e administrativa para o complexo, no intuito de desapropriar as instalações. Ainda pensa que esta seja a melhor saída para encontrar uma alternativa para a montadora no município?

Assista:

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D1 – E o senhor tem acompanhado esse debate de perto? Em que pé anda a discussão?

JM – A Procuradoria tem acompanhado, tem feito alguns entendimentos para ver a forma de fazer mais rápido. A Ford acabou também de devolver aos cofres do Governo do Estado R$ 2,5 bilhões, uma contrapartida do que fez de tirar a Ford daqui. E a gente tem acompanhado a vinda de outras montadoras que estão pensando em vir para a Bahia. A gente acredita que o governo Rui Costa tem trabalhado nesse sentido, para que possa vir uma outra montadora para o nosso estado. A pandemia atrapalhou muito, inclusive. Esse fato da pandemia, da baixa de vendas de carro, atrapalhou muito a celeridade nesse processo.

D1 – Ainda falando das suas propostas, afirmou que pretende lutar para a retomada do programa do governo federal Minha Casa Minha Vida. Como isso será possível enquanto deputado estadual?

Ouça:

 

D1 – Como é possível viabilizar esse projeto, até financeiramente?

JM – Temos a Conder, que lá trás tinha a Urbis que fazia parte, a Urbis fazia muitas casas. Temos mecanismos para poder acontecer isso. Tenho certeza que o presidente Lula vai estar de volta também para voltar com o Minha Casa Minha Vida federal, que foi um grande programa do governo de Lula e de Dilma.

“Vai ser resultado do meu trabalho, e tenho certeza que os baianos vão me reconduzir à Casa”, crava Júnior Muniz

Foto: Patrick Abreu/Destaque1

D1 – Outra bandeira levantada é o fortalecimento dos municípios. O que esse fortalecimento significa? O que engloba essa pauta municipalista?

JM – Quando eu fui superintendente da UPB [União dos Municípios da Bahia], eu vi as demandas dos municípios e dos prefeitos que chegavam, e a gente até brincava e falava que os prefeitos iam para Brasília com o pires na mão para pedir. Então, a receita é dividida da seguinte forma: mais de 50% fica na União, os outros 40% fica no estado, e o município, que recebe a maior demanda, fica com a parte do bolo menor. Mas nós, viajando aos municípios, sabemos que quem pega a menor fatia dos recursos são os municípios e quem sofre mais são os municípios, porque o cidadão mora na cidade. Eu digo sempre, não existe o cemitério estadual ou federal, o cemitério é municipal. As demandas vêm para o município, então é o prefeito quem recebe todas as demandas de gastos públicos. Então, assim, esse bolo tem que ser bem dividido, os municípios têm que ter a parte maior da contrapartida, porque é quem mais sofre. Então, a gente trabalha com essa pontuação junto ao Governo do Estado para que possa ajudar. Como o Governo do Estado tem uma contrapartida boa, recebe da União uma contrapartida boa, possa distribuir igualitário para os municípios baianos.

D1 – E nesse primeiro mandato, como avalia o diálogo entre o Governo do Estado e os municípios?

JM – O Governo do Estado fez um grande trabalho. Fizemos o maior trabalho de infraestrutura educacional do Brasil, mais de R$ 3 bilhões investidos na educação. Hoje, onde a gente anda nos municípios baianos tem escola de ponta, de primeiro mundo. Aqui mesmo em Salvador, fui recente inaugurar a escola da Vila Canária – uma escola de primeiro mundo, escolas particulares em Salvador não têm o porte da escola da Vila Canária –, a mesma em várias cidades que nós visitamos com o governador. Há um pleito meu na cidade de Presidente Dutra, inclusive está se entregando uma escola agora no próximo mês. Então, o governo investiu muito na educação, investiu muito na infraestrutura, mas tem muitas áreas ainda que precisam ser investidas, e o nosso mandato vem atento, cobrando, solicitando do governo para que invista mais na saúde, na segurança.

D1 – Enquanto uma pessoa que cresceu na zona rural, que soluções pensa para a produção rural? Com recorte para Camaçari, que tem também uma vasta área rural, o que é preciso para garantir o desenvolvimento do setor no município e Região Metropolitana?

Ouça:

 

D1 – Agora falando sobre cenário político, como tem percebido o desempenho da sua caminhada e do seu grupo político como um todo até aqui e o que espera com o início da campanha no dia 16 de agosto?

JM – Ansioso, aguardando aqui para começar a divulgar no número, porque a gente não pode ainda. A candidatura já é oficial, mas ainda aguardando a legislação para poder divulgar de fato. Mas sabendo de uma certeza, de um trabalho que foi construído pelo governador Rui Costa, por Jaques Wagner, e tenho certeza que Jerônimo será o próximo governador da Bahia. Porque nós temos um recall muito grande, uma força muito grande do presidente Lula. O presidente Lula saiu com mais de 90% de aprovação e elegeu Dilma por duas vezes, e não tenho dúvida que com a aprovação que o nosso governador Rui Costa tem junto aos municípios baianos, junto ao povo baiano, vai também eleger Jerônimo.

Jerônimo é um cara que fez um excelente trabalho na SDR [Secretaria de Desenvolvimento Rural], fez um excelente trabalho na Secretaria da Educação. Então, ele vai dar continuidade muito bem ao projeto, aos programas do governador Rui Costa. E quando começar de fato os programas eleitorais da televisão de Lula, mostrando quem é o candidato dele na Bahia, mostrando quem é o time dele na Bahia, eu tenho certeza que vai alavancar a campanha de Jerônimo e ele sairá vitorioso, e acredito que no primeiro turno em outubro.

“Vai ser resultado do meu trabalho, e tenho certeza que os baianos vão me reconduzir à Casa”, crava Júnior Muniz

Foto: Patrick Abreu/Destaque1

D1 – Acredita, então, que o grande trunfo do grupo político é ter esse apoio de Lula?

JM – Sim. Eu faço bem uma comparação com a eleição de 2014, de Rui Costa. Jaques Wagner apresentou Rui Costa, e Rui não era o deputado federal mais votado da Bahia, tinha sido vereador de Salvador. E quando Jaques Wagner apresentou o nome dele para governador, foi feita uma pesquisa em que 92% da população baiana não sabia quem era Rui Costa. Começamos a trabalhar o nome de Rui Costa em julho, no período eleitoral Rui Costa tinha 7% nas pesquisas, Lídice da Mata 11% – que saiu do nosso grupo – e o ex-governador Paulo Souto, 43%. Começou-se a campanha na televisão, Rui Costa empatou com Paulo Souto, ainda ficou um pouco atrás, e nós ganhamos a eleição no primeiro turno. Porque veio o 13 de Dilma e o 13 de Rui. Então, o 13 bate bem. Na televisão isso vai demonstrar quem é a força do grupo, a força do 13. Então, tenho certeza que Jerônimo será vitorioso.

D1 – O senhor, portanto, acredita que o melhor desempenho de Jerônimo nas pesquisas se dará a partir da TV? Visto que Lula, que é o principal líder político do grupo, lidera as intenções de voto na Bahia, e o próprio senador Otto Alencar também desponta nos levantamentos.

JM – É a partir da TV. A partir do dia 20 [de agosto] começa televisão, e uns 10 dias aí a gente sabe a resposta, porque hoje quando se faz a pesquisa o povo baiano que votar no candidato de Lula, e o candidato de Lula é Jerônimo.  

“Vai ser resultado do meu trabalho, e tenho certeza que os baianos vão me reconduzir à Casa”, crava Júnior Muniz

Foto: Patrick Abreu/Destaque1

D1 – E para além de ser o candidato de Lula, por que Jerônimo Rodrigues foi a melhor escolha do Partido dos Trabalhadores para disputar as eleições deste ano?

JM – É um cara novo, um cara jovem, um cara que tem ideias brilhantes. Foi um grande secretário da SDR, um grande secretário da Educação, foi um excelente secretário na agricultura familiar, e não tenho dúvida que vai continuar o trabalho de Rui, como a gente sempre fala: a correia vai ser dobrada. E vai ter a parceria do presidente Lula, na presidência do nosso país, e é uma parceria que vai dar certo para a Bahia e para o Brasil.

D1 – Já que trouxe Lula para o debate, queria uma análise da disputa para a Presidência da República, as alianças que o PT tem formado, e agora também com a busca pelo União Brasil. Acredita que é possível Lula vencer no primeiro turno?

Assista:

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D1 – Mas para a Bahia, o senhor acha que não é possível?

JM – Não tem jeito. Aqui ele tem lado, o lado dele é 13, e isso foi colocado em pauta. O próprio senador Jaques Wagner foi quem disse, é quem acompanha essas tratativas junto com Lula, e já disse que a Bahia tem lado. Aqui a gente é 13 e vai com Jerônimo.

D1 – Agora sobre a sua campanha. Além de Ivoneide Caetano, com quais outros nomes tem feito dobradinha e como classifica esse quadro de alianças que tem montado?

Ouça:

 

D1 – Quando fala de números, quantos deputados estaduais e federais acredita que vai ser possível a federação eleger?

JM – Eu gosto de fazer matemática. Eu me elegi fazendo conta, é uma prova aí que eu me elegi fazendo conta. Eu digo sempre que a federação faz de 19 a 20 deputados estaduais, e faz de 10 a 12 federais, porque o crescimento de Jerônimo a partir do mês de setembro vai proporcionar isso aos deputados. Nós vamos ter de 10% a 15% a mais do que a gente espera. Então, isso vai elevar o número de deputados. Hoje, todo mundo diz “a federação vai fazer 18”. Eu acho que vai fazer mais, vamos chegar a fazer 20 para estadual, e para federal vai fazer 12.

D1 – O senhor era filiado ao Progressistas, partido liderado pelo vice-governador João Leão, e com o rompimento com Rui Costa, decidiu deixar a legenda e se filiar ao PT. O que o motivou a tomar essa decisão e como avalia o posicionamento e desempenho do PP desde a mudança de lado?

Assista:

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D1 – Quanto à defesa da democracia, com os ataques às urnas eletrônicas feitos pelo presidente Jair Bolsonaro, qual a sua opinião sobre o processo eleitoral no Brasil e como os candidatos podem somar para garantir eleições seguras?

JM – Eu acho interessante, Bolsonaro foi eleito sete vezes através das urnas eletrônicas, foi eleito presidente através das urnas eletrônicas, elegeu os filhos através das urnas eletrônicas. E agora está com medo das urnas eletrônicas? Isso não existe. Ele criou essa ideia na cabeça dele, sabe que a eleição está perdida, sabe que Lula vai ganhar a eleição, para criar fatos, e eu tenho certeza que a Justiça não vai deixar que isso aconteça, que isso de fato tumultue as eleições, que são legítimas. As eleições vão ser limpas como sempre foram todas as outras vezes. Ele cria esses fatos, brigando com o TSE, brigando com a Justiça Eleitoral, desnecessário. Ele só tem feito isso. Aí eu lhe pergunto: qual é a grande obra do governo Bolsonaro? Se você me falar uma obra do governo Bolsonaro eu renuncio meu mandato. Eu já procurei uma grande coisa que o Bolsonaro fez. Qual o grande projeto que Bolsonaro fez, e eu renuncio o meu mandato? Não tem. O que ele faz é intriga e brigas. É o que ele tem feito a todo tempo, briga com o TSE, briga com o TRE ou com o STF, com a Justiça, com a Câmara dos Deputados, briga com o Senado. Ele fica procurando essas brigas para poder criar fatos, então ele não tem nada de concreto. Ele cria essas coisas para poder tumultuar a eleição, porque sabe que vai perder.

D1 – E o que vocês, candidatos, podem fazer para que ele não tumultue a eleição?

JM – Já estamos trabalhando, mostrando que as urnas são eficientes, que foram eficientes, têm sido eficientes e mostrar o voto. É o voto que vai decidir, não é o factoide que ele cria.

D1 – Para encerrar, fica o espaço para fazer as suas considerações finais e deixar uma mensagem aos nossos leitores.

Assista:

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