Na manhã desta segunda-feira (2), o senador e líder do Partido Social Democrático (PSD) na Bahia, Otto Alencar, deu entrevista à Rádio Metrópole. Na oportunidade, o político falou sobre as articulações para o pleito deste ano e revelou bastidores sobre o rompimento do senador Angelo Coronel com a legenda e a migração para a base oposicionista.
Ao expor as articulações que se arrastam há semanas, Otto diz ter sido pego de surpresa. Com a definição da chapa puro sangue, composta pelo senador Jaques Wagner (PT) e pelo ex-governador Rui Costa (PT), o líder do PSD revelou que o o problema “caiu no colo dele”, visto que não houve conversas prévias, nem mesmo com partidos aliados.
“Era uma decisão que ele já queria há muito tempo atrás, ele sempre teve essa tendência de ir para a direita. Quando ele se elegeu senador, ele teve uma posição mais para a direita, se aproximou mais do presidente Jair Bolsonaro (PL). Isso ele não nega a ninguém, ele é muito autêntico. Sempre teve altivez de falar o que pensa, contra a minha vontade. Nós tivemos sempre dificuldades, dentro de um diálogo democrático, para entender as coisas. Ele sempre teve uma reação muito grande à política do presidente Lula (PT)”.
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