Como parte da programação do Projeto de Extensão Livre da Enxaqueca, a Faculdade Unime Anhanguera de Salvador oferece atendimentos gratuitos para a população que sofre com enxaqueca. A iniciativa, que é realizada em parceria com a Universidade do Estado da Bahia (Uneb), acontece às segundas-feiras, das 14h às 17h30, período em que as triagens são feitas. Os atendimentos são realizados pelos professores do curso de Farmácia da instituição privada, além de farmacêuticos voluntários e alunos.
Já na Uneb, os atendimentos ocorrem às terças e quintas, das 8h às 17h. A equipe de saúde também conta com neurologistas, nutricionistas, fisioterapeutas, fonoaudióloga e psicólogas. Vale destacar que os agendamentos devem ser realizados pelo e-mail [email protected].
Conforme a responsável pelas atividades, a professora da Unime Anhanguera, Ana Patricia Queiroz, a partir do serviço farmacêutico de Gerenciamento da Terapia Medicamentosa (GTM) é possível otimizar resultados clínicos por meio da identificação, resolução e prevenção de problemas relacionados ao uso de medicamentos (PRM). Ela também destaca que a ação, além de fomentar o bem-estar físico, social e mental dos pacientes, agrega na vida acadêmica dos estudantes.
“O projeto de extensão é importante para a formação dos estudantes, pois promove atividades acadêmicas integradoras entre áreas distintas do conhecimento, fortalecendo a interdisciplinaridade. Ele ainda oportuniza aos alunos a democratização dos conhecimentos adquiridos em benefícios da comunidade, mas também internaliza conhecimentos e experiências indispensáveis para o desenvolvimento acadêmico. Além disso, é uma oportunidade para promovermos saúde e qualidade de vida à população soteropolitana, e assim contribuir com o desenvolvimento social”, afirma Queiroz.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a enxaqueca é a sexta doença mais incapacitante e atinge 15% da população mundial. No Brasil, cerca de 31 milhões de pessoas sofrem com a enfermidade, a maioria com idade entre 25 e 45 anos.
Os dados também apontam que as mulheres representam 25% das pessoas que convivem com a patologia, o dobro da prevalência entre os homens. No que diz respeito às crianças, a ocorrência é de 3% a 10%, afetando ambos os sexos antes da puberdade.





