Pelo quarto ano consecutivo, comércio varejista baiano encerra 2018 em queda

Divulgados nesta quarta-feira (13), os dados da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que o comércio varejista do Brasil fechou 2018 com crescimento de 2,3%.

No entanto, o estado da Bahia encerrou o ano com variação negativa (-0,1%). Foi o quarto ano seguido de quedas nas vendas de varejo no estado. Os recuos seguidos começaram em 2015 (-8,0%), chegaram a seu ponto mais baixo em 2016 (-12,1%) e se mantiveram em 2017 (0,3%).

A principal influência para a variação negativa deste ano está na queda de três setores: combustíveis e lubrificantes (-13,2%); tecidos, vestuário e calçados (-6,6%) e livros, jornais, revistas e papelaria (-15,1%).

Entre as atividades com crescimento nas vendas em 2018 estão os artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (13,0%) e outros artigos de uso pessoal e doméstico (11,0%).

Artigos de uso pessoal e doméstico foram a principal influência positiva no desempenho geral das vendas em 2018, conforme a pesquisa, seguidos pelo segmento de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (1,0%).

De acordo com as informações do IBGE, as vendas do comércio varejista ampliado, que engloba o varejo restrito e as atividades de veículos, motos, partes e peças e de material de construção, fechou 2018 com alta de 1,5%, influenciado pelo desempenho positivo das vendas de veículos, motocicletas, partes e peças, que cresceram 6,7% no ano.

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