A abertura da terceira noite do Festival de Arembepe, neste domingo (15), ficou por conta do camaçariense Simpa, que conquistou o público com a magia de transformar qualquer sucesso em pagode. Gabaritado nos palcos de Camaçari, o cantor ainda brincou, antes do show, que os artistas locais não são “pratas da casa”, mas sim “ouros do mundo”.
“Eu sou um artista popular brasileiro. A galera fala ‘Pô, Simpa gravou um pagode’. É, gravei um pagode. Primeiro que eu sou apaixonado por pagode. Eu me descobri artista lá nos anos 2000 e algum pouquinho atrás. Eu vim do samba e a gente sempre busca se reinventar, pra ficar no mercado”, explicou Simpa.

O trabalho mais recente do cantor e compositor é o audiovisual “Tudo Vira Pagode”, gravado em Guarajuba, orla de Camaçari. De maneira intimista, o projeto contou com músicas autorais, participação de cantores locais, como Liu Menezes, e regravações de grandes sucessos de artistas de outros ritmos, como Amado Batista, Skank e Calcinha Preta.
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