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O retorno do futebol baiano, por Fabio Sena

Copa do Nordeste e Campeonato Baiano retornam esta semana com protocolos de segurança.

Fabio Sena

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Foto: Rafael Ribeiro/CBF

O futebol vai voltar! Nessa frase temos um misto de sentimentos presentes. A alegria do retorno da paixão do brasileiro, passando pelo sentimento de luto por tantas vidas ceifadas pela Covid-19, chegando até a ansiedade e esperança de uma vacina.

Nessa terça-feira (21) será dada largada para a parte final da Copa do Nordeste. Todos os jogos serão realizados na Bahia, pois a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) decidiu concluir a competição com uma sede única. As partidas serão realizadas sem a presença do torcedor e com uma série de protocolos a serem seguidos pelas equipes participantes. Já o Campeonato Baiano tem retorno marcado para quinta-feira (23), também seguindo rigorosos protocolos.

Se as equipes que disputam o Campeonato Baiano já apresentavam um nível técnico baixo antes da parada devido à pandemia, é difícil imaginar após quase quatro meses de pausa e com vários jogadores que já não fazem parte do elenco, que ocorra uma mudança de patamar.  Diante disso, o momento talvez seja de uma profunda reflexão sobre o modo como devem ser realizados os campeonatos estaduais já a partir de 2021. Afinal, esse modelo apresentado atualmente não atende as expectativas financeiras dos principais clubes nem é convidativo aos torcedores.

Para o retorno do Campeonato do Nordeste, muitas incertezas sobre como estão os clubes que pouco treinaram em conjunto durante esse período. Além disso, a ausência de ritmo de jogo deve pesar nesse recomeço. No Vitória, a principal mudança é no comando da equipe, saiu Geninho e entrou Bruno Pivete como treinador e Rodrigo Chagas como auxiliar técnico. A aposta da diretoria em um treinador novo acontece devido à crise financeira que está instalada no clube rubro negro, porém é importante frisar que Paulo Carneiro sempre gostou de promover técnicos pouco conhecidos do grande público, foi assim com Toninho Cerezo e Ricardo Gomes no fim dos anos 90.

No Bahia não houve grandes mudanças. A diretoria conseguiu segurar as investidas do mercado externo em Gregore. A manutenção do elenco é a carta na manga para ter sucesso no decorrer da temporada. Do lado de fora das quatro linhas a aposta da diretoria é o recém-criado Sócio Digital para tentar minimizar as perdas de arrecadações durante a período de pandemia.

Agora, é aguardar o retorno do futebol enquanto ficamos na esperança de dias melhores na nossa sociedade.

Fabio Sena é administrador  de empresas com pós-graduação em Gestão  da Produção. Camaçariense com muito orgulho e fanático  por futebol. Escreve todas as segundas-feiras. @equipegolfc, jornalismo@destaque1.com

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