O deputado Júnior Muniz (PT) diz que não abrirá mão da vice-presidência da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), em função de um acordo prévio feito com a bancada de deputados petistas da Casa. De acordo com o político, a vaga estava a critério de uma possível vacância do cargo, e a decisão entre ele e Fátima Nunes (PT) não se trata de ‘machismo’.
Em conversa com a imprensa nesta terça-feira (1º), o deputado contou que estava acordada sua candidatura à primeira vice-presidência, mas não foi indicado ao cargo por conta de uma viagem.
“Eu só quero que cumpra o acordo, foi feito um acordo com ele [líder do governo Rosemberg Pinto], se não cumprir o acordo, diga: ‘Não, não tenho condições de cumprir, eu errei, mas eu fiz o acordo’, mas não tirar uma de boa e dizer que eu estava viajando e que agora é machismo da Assembleia. Não existe machismo coisa nenhuma! Nós somos uma Assembleia democrática, eu sou de um partido democrático e respeito todas as correntes”, disse Junior Muniz.
O deputado ainda reiterou o apoio ao governador Jerônimo Rodrigues (PT) e negou que o chefe do Executivo tenha se envolvido na eleição da próxima vice-presidência.
Assista:

Júnior Muniz argumenta que tem apoio da maioria dos deputados, e caso haja votação, será vitorioso. “Fui eleito deputado pra ser o próximo vice-presidente, então aguardo aí o desenrolar e espero que tenha eleição, porque votos eu tenho, e está sendo demonstrado aí, os deputados, o acordo, o incentivo” reiterou o parlamentar.
Apenas a candidatura de Fátima Nunes foi oficializada na Casa, mas o partido deve entrar entrar em consenso e indicar um nome.
A eleição estava prevista para ocorrer na última semana, mas foi adiada em razão do novo nome na disputa.





