De acordo com o levantamento da Associação dos Portadores de Olho Seco (APOS), de 13% a 24% da população têm a síndrome em algum grau. A Campanha Julho Turquesa aponta para a necessidade de cuidado com a saúde ocular, principalmente em baixas temperaturas.
“A doença é uma disfunção na produção ou qualidade da lágrima, que deixa a superfície ocular desprotegida, causando irritação, desconforto e até lesões na córnea”, explica a oftalmologista Renata Fahl.
Os sintomas mais frequentes incluem ardência, vermelhidão, sensação de areia nos olhos, visão embaçada e sensibilidade à luz. “É uma doença silenciosa, que muitas vezes o paciente atribui ao cansaço ou à falta de sono, adiando o diagnóstico”, afirma a oftalmologista Tânia Ramos.
Também especialista na área, o médico Murilo Barreto reiterou que a doença afeta a qualidade de vida do paciente. “O alerta é claro: olhos vermelhos e cansados podem ser mais do que cansaço. Podem ser um sinal de que é hora de buscar ajuda especializada”.





