A chegada do mês de janeiro faz com que a atenção se redobre para o câncer de colo de útero, com a campanha Janeiro Verde. A doença pode ser desenvolvida através da infecção de variações do vírus Papilomavírus humano (HPV), nomeadas de HPV-16 e HPV-18. Com a transmissão através de relações sexuais desprotegidas, a doença é considerada pelos especialistas como um alto potencial oncogênico. A redução dos danos pode ser evitada com a vacinação, disponível pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para crianças com idades entre 9 a 14 anos.
Iniciação sexual precoce, o tabagismo, a higiene íntima inadequada e a multiplicidade de parceiros é constantemente atrelada ao desenvolvimento da conformidade.
A utilização de preservativos em relações sexuais e a frequência na realização de exames reduzem a infecção, não só do câncer de útero mas de outras enfermidades como tumores e orofaringe, ânus e pênis. É importante, também, o diagnóstico precoce para o aumento das chances de cura.
Com os avanços científicos da medicina, o tratamento se tornou mais eficiente e menos agressivo com o paciente, com a utilização de cirurgias pouco invasivas, radioterapia e medicamentos.
O Instituto Nacional do Câncer (Inca) prevê que a Bahia liderará os números de casos infecciosos em 2025 no nordeste, com uma estimativa de 1.660 diagnóstico. Ao todo, o Inca deve 17.010 novos casos de câncer de colo de útero no Brasil





