Guerra de informação: greve da PM depende de adesão da categoria

Um grupo de policiais militares liderados pela Associação de Policiais e Bombeiros e de seus Familiares (Aspra) realizou uma assembleia na tarde desta terça-feira (8), na Adelba, em Salvador, e decretou a greve da categoria.

Os policiais reivindicam melhorias no plano de saúde, solução para os problemas do novo sistema de RH, plano de carreira, reajuste da Condição Especial de Trabalho, regularização da lei que prevê isenção de ICMS na compra de arma de fogo por servidores da segurança pública, além da regularização da lei de periculosidade.

Entretanto, logo após o anúncio da paralisação pelo deputado estadual Soldado Prisco (PSC), o comandante-geral da Polícia Militar da Bahia (PM-BA), Cel. Anselmo Brandão tratou rapidamente de negar a greve e garantir que o efetivo da PM está nas ruas. A mesma prática foi adotada em 2012 pelo comandante-geral da PM na época, Alfredo Braga de Castro.

Ou seja, as próximas horas serão decisivas para os baianos saberem realmente qual versão prevalecerá. O movimento tenta mobilizar e ampliar a adesão da categoria e o governo se empenha para manter os policiais trabalhando. Enquanto isso, os respectivos grupos disputam o imaginário da população em uma verdadeira guerra de informação.

Se existe greve ou não, se houve ou não adesão, o pânico não deve prevalecer e o cidadão baiano têm o direito a segurança. Por tanto, os dois lados devem dialogar e resolver a questão o mais rápido possível para que a sociedade não seja penalizada.

 

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