Flávio Matos rebate Jackson e diz ser vítima de preconceito na Câmara

Um dos assuntos mais discutidos atualmente, a reforma da Previdência, que está em discussão no Congresso Nacional, foi tema de debate entre os vereadores na sessão desta quarta-feira (9), no Teatro Alberto Martins. O corte nas verbas das universidades federais também foi repercutido na Casa Legislativa.

Após o vereador Jackson Josué (PT) declarar que é contra a reforma Previdenciária e o corte nas instituições federais de ensino superior, o vereador e 1° secretário da mesa diretora da Câmara Municipal, Flávio Matos (DEM), rebateu a fala do petista e afirmou que a Previdência Social do país precisa de intervenção. “Se não houver uma intervenção imediata a nossa Previdência Social quebra, e eu quero me aposentar”, afirmou.

Flávio Matos também criticou a educação dos governos do Partido dos Trabalhadores (PT). “Em doze anos de governo do PT, triplicaram os recursos da educação, mas pioraram o Ideb [Índice de Desenvolvimento da Educação Básica] do Nordeste, temos o pior ensino médio de todo o Brasil, tá aqui no Nordeste”, contestou.

O vereador afirmou ainda que há julgamentos de que ele é rico, a partir da aparência que possui. “Só porque eu tenho olho verde e cabelo claro, eu sou o riquinho, isso é preconceito, o preconceito é bilateral. Os meus amigos são negros, os meus amigos são da periferia, esses são os amigos que eu sempre joguei futebol em Camaçari. E isso não cabe mais no parlamento, vocês precisam acabar com isso, porque vocês defendem que são contra o preconceito mas, chegam aqui nesse microfone e acabam com a minha vida”.

Vale ressaltar que, apesar de atualmente exercer o primeiro mandato como vereador, o democrata está na política desde 2011 e vem de uma família tradicional de Camaçari. Passou por colégios como Colégio Dom Pedro II, Centro Educacional Miguel Alves (CEMA) e Colégio Municipal São Tomaz de Cantuária.

Graduado em fisioterapia pela União Metropolitana de Educação e Cultura (Unime), Flávio Matos também já foi atleta e jogou futebol de base em times como Bahia, Vitória e Fluminense, além de ter jogado três temporadas no futebol universitário com bolsa integral nos Estados Unidos.

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