Conforme o vereador Dilson Magalhães Jr. (PP), a Câmara Municipal de Camaçari fará o que for necessário para colaborar na implementação do Plano Municipal de Segurança Pública no município. O parlamentar também destacou que a cidade tem sido pioneira na formulação do projeto.
“Camaçari tem sido pioneira nesse processo de elaboração do Plano, e temos muita alegria em trazer esse debate para a Casa do Povo, que também colabora para buscar caminhos no combate à violência. Esta Casa fará o que for necessário para colaborar na efetivação e implementação desse Plano, que ajudará a nos garantir mais segurança e tranquilidade”, garante o vereador.
A primeira audiência pública para tratar do assunto foi realizada na tarde desta terça-feira (11). O debate visa atender à Lei Federal 13.675/2018, que estabelece a obrigatoriedade dos municípios na elaboração dos seus respectivos Planos Municipais. Dilson, que conduziu o encontro, é relator da Comissão de Direitos Humanos e Segurança Pública da Câmara, através da qual se realizou o debate. Integram o grupo ainda os vereadores Dr. Samuka (Cidadania), como presidente, e Manoel Filho (PL).
Ao longo da audiência, foi discutido o modelo de construção do Plano com a participação de diversas representações da sociedade. O documento contém 62 páginas e teve origem em reuniões do Comitê Interinstitucional de Segurança Pública (CISP), coordenado pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA) e liderado pelo município através da Secretaria de Administração (Secad).
Denarc
Durante a audiência, o delegado José Bezerra Alves, diretor do Departamento Especializado de Investigação e Repressão ao Narcotráfico (Denarc), falou sobre os estudos para trazer uma coordenação desse departamento para Camaçari.
O órgão tem como objetivo executar ações de prevenção especializada, investigação e repressão da produção não autorizada e do tráfico ilícito de drogas. À Assistência Policial cabe o planejamento e coordenação de ações operacionais táticas e estratégicas visando a repressão ao crime organizado que envolver drogas ilícitas, por meio do acompanhamento de boletins de ocorrência registrados e elaboração de quadros estatísticos.




