Conforme dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), a Bahia fechou o mês de junho com saldo positivo de 54.435 empregos de carteira assinada, quantitativo 2,65% maior que o registrado no mesmo mês de 2023. O resultado é oriundo de 495.935 admissões e 441.500 desligamentos.
Já no Brasil, o mês de junho foi encerrado com saldo positivo de 201.705 empregos com carteira assinada, número 29,5% maior que no mesmo mês do ano passado. O resultado é fruto de de 2.071.649 contratações e 1.869.944 deposições. O balanço foi divulgado na terça-feira (30), pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
O balanço aponta também que no acumulado do ano, de janeiro a junho, o saldo no país foi de 1.300.044 empregos. Já nos últimos 12 meses, equivalente a julho de 2023 e junho de 2024, foi registrado saldo de 1.727.733 empregos.
Ainda de acordo com o levantamento, os cinco grandes grupamentos de atividades que registraram dados positivos em junho dizem respeito ao setor de serviços, responsável pela geração de 87.708 empregos; de comércio, com 33.412 postos, da indústria, com 32.023 postos; da agropecuária, somando 27.129 postos; bem como o setor de construção, que gerou 21.449 postos.
No país, o salário médio real de admissão, em junho, ficou em R$ 2.132,82. Na Bahia, o salário médio ficou entre R$ 1.858, 17, no mesmo mês de 2023 a remuneração registrada foi de R$ 1.786,73.
Entre os estados brasileiros, apenas o Rio Grande do Sul apareceu em um cenário negativo (-8.569). O estudo faz referência às enchentes registradas em maio que causaram grande impacto econômico e social na localidade. No entanto, o estado possui tendência de recuperação em relação a maio, quando foi registrada uma queda de 22.180 mil empregos. O levantamento pode ser acessado na íntegra, por meio do endereço eletrônico, disponível aqui.




