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A luta constante das jogadoras de futebol feminino no Brasil e o resumo do fim de semana da dupla BaxVi

O futebol mudou, sem trabalhos profissionais não existe mais o sucesso baseado apenas na tradição.

Fabio Sena

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Futebol feminino precisa ser mais valorizado no Brasil. Foto: CBF

Na última quarta-feira (2), a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciou que vai equiparar os salários para as principais equipes de futebol feminino do país (seleções) e revelou, também, a criação de uma coordenação de competições nacionais femininas.

É mais um capítulo na luta histórica das mulheres em busca de condições de igualdade no mercado de trabalho e na vida. Como diria minha avó, “antes tarde do que nunca”. As mulheres nunca brigaram por privilégios, mas pelo reconhecimento e oportunidades de igualdade. Atualmente, temos mulheres ocupando cargos importantes, como a direção de grandes empresas, chefes de Estado e grandes atletas de destaque no esporte.

O futebol feminino no Brasil, ainda sofre com falta de estrutura, baixos salários e pouca visibilidade na mídia. Muitos acusam que os jogos dos campeonatos nacionais tem nível técnico baixo, sem lembrar que praticante não existem projetos grandiosos na formação das atletas e que muitas não dispõem de condições mínimas para a prática do futebol. Sem investimentos na base, não será possível o surgimento de novas Martas, Formigas ou Cristianes. O futebol mudou, sem trabalhos profissionais não existe mais o sucesso baseado apenas na tradição e a nossa seleção de futebol masculino é o maior exemplo disso, não chega a um final de Copa do Mundo há quase duas décadas.

As mulheres merecem respeito e condições mais dignas. Esse passo dado pela CBF é importante, porém só vai atingir um percentual bem pequeno de jogadoras. É preciso ir além e suportar aquelas atletas que fazem o futebol feminino acontecer na raiz, atletas que seguem firmes na luta pelos sonhos, mesmo com todas adversidades da carreira.

Falando em respeito, o Vitória voltou a vencer pela série B dentro do Barradão. O estádio do clube sempre foi símbolo de dificuldades para os adversários e vem nessa temporada sendo um importante aliado na luta pelo retorno a elite do futebol brasileiro. O rubro negro venceu o então líder, Cuiabá por 4×2, segue encostado no G4 e firme como um dos candidatos ao acesso.

No Bahia, a equipe voltou do Rio Grande do Sul com um empate contra o Internacional. Em um jogo polêmico, com a intervenção do VAR e muita demora para análises dos lances polêmicos. O time foi comandado pelo interino, Cláudio Prates. Foi possível notar um time com mais empenho, vibrante e mais confiante. Sintomas que algo estava errado na relação jogadores e o ex-treinador, Roger Machado. O Bahia agora ocupa a 12ª colocação e tem o Grêmio como próximo adversário, em Salvador. Importante voltar a vencer para não se desgrudar do pelotão de frente.

  

 

 

 

 

Fabio Sena é administrador  de empresas com pós-graduação em Gestão  da Produção. Camaçariense com muito orgulho e fanático por futebol. @equipegolfc

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