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A Fonte Nova é do torcedor baiano, por Fabio Sena

Fabio Sena

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A festa do futebol baiano agora tem uma casa oficial, a Fonte Nova. Na última semana, o Vitória anunciou que irá mandar seus jogos na Fonte Nova nos próximos três anos. Essa atitude na avaliação da direção do clube terá um impacto positivo para alavancar seu plano do sócio torcedor. É importante destacar que a divisão de um estádio por clubes rivais é muito comum no Brasil e tem exemplos em outras partes do mundo, como na Itália, onde Inter e Milan dividem um mesmo estádio há anos e que inclusive muda de nome dependendo de qual o clube está usando. É esperar que os nossos clubes e torcedores tenham a mesma maturidade para usar um patrimônio do nosso estado com sabedoria e que atos de vandalismo como os praticados no sábado sejam apenas atitudes isoladas.

E no primeiro jogo com mando de campo na Fonte Nova, o Vitória voltou a apresentar os mesmos erros que vêm apresentando nessa temporada. A equipe foi envolvida pelo até então lanterna, o Guarani. O time de Campinas, fez um bom primeiro tempo e saiu na frente. O torcedor rubro-negro ficou furioso nas arquibancadas e respondeu com vaias ao fraco futebol apresentado. Na segunda etapa, o Vitória melhorou com a entrada de Jordy Caicedo mas não o suficiente para chegar ao empate ou virada. O Guarani foi eficiente e anulou Felipe Gedoz, o melhor jogador do Vitória na temporada que acabou sendo expulso nos momentos finais da partida e será um grande desfalque para a próxima rodada. Carlos Amadeu sofreu sua primeira derrota e a briga para não cair para a Série C parece que será até as últimas rodadas.

No Bahia, a equipe mais uma vez mostrou suas limitações quando o assunto é propor o jogo contra equipes que jogam atrás da linha da bola e ficou apenas no empate em 1×1 contra o Fortaleza. O time cearense saiu na frente com gol de Felipe Pires no começo do jogo em um belo contra ataque. O tricolor empatou logo em seguida com mais um gol de Gilberto, após pênalti sofrido por Arthur Vitor. Porém, após o gol, o Bahia não foi criativo em toda a partida e não conseguiu furar a boa retranca montada por Zé Ricardo. Essa dificuldade de propor o jogo é observada por uma transição de bola lenta, o que facilita a reposição da equipe adversária e por uma fraca movimentação dos jogadores para gerar espaços e opções para confundir a marcação. Além disso, Lucca foi muito mal no primeiro tempo e acabou sendo substituído e Moisés fez mais uma vez uma partida muito ruim, sendo vaiado durante o jogo.

Ao final do primeiro turno do Campeonato Brasileiro, o Bahia termina na sétima colocação, acima do planejamento da sua diretoria e segue sonhando com uma vaga na Libertadores em 2020.

Fabio Sena é administrador  de empresas com pós-graduação em Gestão  da Produção. Camaçariense com muito orgulho e fanático  por futebol. Escreve todas as segundas-feiras. @equipegolfc,  jornalismo@destaque1.com

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