Anjo Bom da Bahia: 27 anos da morte de Irmã Dulce; beata deixou legado de caridade e fé

No dia 13 de março de 1992 a Bahia perdia o seu Anjo Bom, Maria Rita de Sousa Brito Lopes Pontes, mais conhecida como Irmã Dulce, a Beata Dulce dos Pobres.

Irmã Dulce foi uma religiosa católica conhecida por suas obras de caridade e de assistência. Nesta quarta-feira (13) completam 27 anos da sua morte. A beata morreu devido a causas naturais, aos 77 anos em casa.

No dia 11 de novembro de 1990, ela começou a apresentar problemas respiratórios e foi internada. Em 20 de outubro de 1991, recebeu no convento, em seu leito de morte, a visita do Papa João Paulo II para receber a bênção e extrema unção.

Nascida na capital baiana, no dia 26 de maio de 1914, Irmã Dulce foi indicada ao Prêmio Nobel da Paz pelo então presidente José Sarney, com o apoio da rainha Sílvia da Suécia. Em 2000, recebeu do papa João Paulo II o título de Serva de Deus e em maio de 2011 foi beatificada em Salvador. A celebração da sua festa litúrgica é no dia 13 de agosto.

Irmã Dulce trabalhou durante mais de 50 anos para a caridade. Entre as obras estão a fundação do Hospital Santo Antônio, do Centro Educacional Santo Antônio (CESA) e do Círculo Operário da Bahia. Mesmo com a saúde frágil, construiu e manteve uma das maiores e mais respeitadas instituições filantrópicas do país, as Obras Sociais Irmã Dulce (OSID) que há quase 60 anos atende enfermos, pessoas em situação de rua, dependentes químicos e crianças e adolescentes em vulnerabilidade social. Atualmente, a OSID abriga um dos maiores complexos de saúde 100% SUS do país, com cerca de 3,5 milhões de atendimentos ambulatoriais por ano a usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).

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